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terça-feira, 9 de julho de 2013

Funções de Linguagem

As funções de linguagem são referentes,como o próprio nome já diz, ao objetivo que cada tipo de texto apresenta,o que ele visa alcançar e o que passa para o leitor ou receptor da mensagem.
Para entendermos melhor esse assunto,vamos relembrar dos elementos necessários para que ocorra a comunicação,verbal ou escrita.

O emissor, ou locutor, é aquele que envia a mensagem. Ex: o autor de um livro, a pessoa que fala,etc.
O destinatário é aquele que recebe essa mensagem. Ex: o leitor de um texto, a pessoa que ouve, etc.
O canal é o meio pelo qual a mensagem é enviada. Ex: livro, internet, revista, celular, etc.
O referente é o assunto, ou seja, o tema sobre o qual a mensagem irá tratar.
A mensagem é todo o conteúdo transmitido.
O código é o modo como a mensagem é codificada. Ex: palavras, língua portuguesa, sinais, etc.

Tendo em vista esses elementos, podemos compreender melhor as diferentes funções que a linguagem pode exercer.

Função Emotiva ou Expressiva

Essa função,como o nome sugere, é usada para retratar sentimentos e expressar ideias e pensamentos a respeito de si mesmo, e é feita exclusivamente na primeira pessoa do singular ou plural. Portanto, está centrada no emissor. Ex:

"Passei por momentos difíceis na minha vida, e achei que não conseguiria continuar, mas lutei contra esses pensamentos negativos e finalmente consegui alcançar a vitória."

Função Apelativa ou Conativa

A função apelativa tem por objetivo convencer alguém a fazer ou adquirir algo, logo existe o predomínio dos verbos no imperativo e linguagem na segunda pessoa. É muito encontrada em propagandas publicitárias, comerciais, sermões,etc. Também é comum o uso de vocativos, assim está centrada no receptor. Ex:

"Amigo, o que está esperando? Corra já para a nossa loja e aproveite os maiores descontos da cidade."

Função Fática

Está centrada no canal pelo qual a mensagem é veiculada, e ocorre geralmente quando há ruídos que atrapalham a comunicação. É usado para prolongar, testar ou interromper esta comunicação. É comum a utilização de interjeições e ao falar ao telefone, em saudações, bate-papo, etc. Ex:

"Alô! Quem está falando? Tá entendendo? O que?"

Função Poética

Essa função está relacionada às poesias e textos literários, pois está centrada na mensagem em si, e preocupa-se mais com o modo de retratá-la do que com o conteúdo apresentado. As estruturas utilizadas e as palavras combinadas são minuciosamente calculadas para dar beleza à mensagem. A linguagem utilizada é figurada e conotativa. Ex:

"Amor é fogo que arde sem se ver
É ferida que dói e não se sente
É um contentamento descontente
É dor que desatina sem doer."
Luis de Camões

Função Referencial ou Denotativa

Esta função está basicamente centrada no referente, ou seja, no tema na mensagem, narrando os fatos de forma clara, direta e objetiva, utilizando-se portanto, da linguagem denotativa. Há uma neutralidade e imparcialidade por parte do emissor,pois não pode emitir suas próprias opiniões, logo é escrita principalmente na terceira pessoa. É muito encontrada em artigos, textos científicos, notícias, jornais, etc. Ex:

"Hoje, terça-feira, 05/04/10, aconteceu um assalto na rua ..... da cidade ...... O crime evoluiu para um tiroteio entre bandidos e policiais, deixando duas pessoas feridas."

Função Metalinguística

Como costuma-se dizer, é a palavra falando de si mesma. Logo, esta função está ligada ao código utilizado para codificar a mensagem. É encontrado nas gramáticas,dicionários, definições, poemas falando sobre a arte de fazer poemas, desenhos de pessoas desenhando,etc. Ex:

"Palavra (nome feminino): unidade linguística dotada de sentido, constituída por fonemas organizados numa determinada ordem, que pertence a uma ou mais categorias sintáticas e que, na escrita, é delimitada por espaços brancos; termo, vocábulo."




segunda-feira, 8 de julho de 2013

Ligações Químicas

Como já sabemos, grande parte dos elementos da tabela periódica são instáveis, ou seja,não possuem oito elétrons na camada de valência, exceto os gases nobres. Por esse motivo, eles estão sempre buscando a sua estabilidade, e isso faz com que eles atraiam-se uns aos outros objetivando completar a camada de valência.   Essa junção dos elementos é chamada de ligação química, e pode ser iônica ou covalente.

Ligações Iônicas

As ligações iônicas ocorrem com a transferência de elétrons de um elemento para outro, sempre do que possui menos elétrons na camada de valência para o que possui mais elétrons. É chamada de iônica porque forma íons (cátions e ânions) quando é formada. O produto final é chamado de composto iônico e apresenta algumas características próprias:
São sólidos à temperatura ambiente
Apresentam aspecto cristalino
Possuem elevados pontos de fusão e ebulição
Conduzem corrente elétrica quando fundidos ou dissolvidos na água

Para representar essas ligações, podem-se utilizar três métodos ou fórmulas:

Fórmula de Lewis, que indica os elétrons da camada de valência através de pontos

Íon Fórmula, que indica a carga de cada íon envolvido e sua proporção mínima

Fórmula Mínima, que indica a menor relação entre os íons dos átomos

Vamos entender como ocorre uma ligação iônica:

Os elementos dos grupos 1A, 2A e 3A sempre doam elétrons e os dos grupos 5A, 6A e 7A recebem elétrons, portanto a ligação ocorre ente um metal e um não metal. Selecionando os elementos envolvidos, representamos os seus elétrons da camada de valência. Ex:


Agora é só transferir os elétrons de um elemento para outro


Por fim, representa-se numericamente a equação


O cátion sempre vem primeiro e o símbolo + indica que ele perdeu um elétron, e - que ele ganhou um elétron.
Porém, nessa ligação só pode ocorrer a transferência total de elétrons, portanto se um elemento não necessita de todos os elétrons que o outro tem a oferecer, são usados outros átomos do mesmo. Ex:


O símbolo +2 indica que ele perdeu dois elétrons, o - indica que o bromo ganhou um elétron em cada átomo e o 2 sob o símbolo de bromo indica que dois átomos do mesmo foram utilizados.

Ligações Covalentes

Nessas ligações não ocorre a transferência de elétrons, mas o seu compartilhamento,onde os elétrons ficam lado a lado. Os componentes covalentes também possuem características próprias:
Podem existir nos estados sólido, líquido e gasoso à temperatura ambiente
Possuem ponto de fusão e ebulição variáveis
Normalmente, não são condutores de eletricidade 

Para representar essas ligações, podem-se utilizar três métodos ou fórmulas:

Fórmula Molecular, que indica a quantidade de átomos de cada elemento da molécula

Fórmula de Lewis, que representa o modo como ocorre o compartilhamento através de pontos

Fórmula estrutural plana, que mostra a estrutura da ligação através de traços

Vamos entender como se dá uma ligação covalente:

Ela ocorre entre dois não metais, onde os do grupo 1A doam e os dos grupos 4A, 5A, 6A e 7A recebem. Selecionando também os elementos envolvidos, representamos os seus elétrons da camada de valência e colocar os que serão compartilhados lado a lado. lembrando-se que a intenção é completar oito elétrons em ambos os átomos.


Então é só traçar retas onde os átomos serão compartilhados


Representando numericamente essa ligação, temos o seguinte:


O número 2 abaixo do oxigênio significa que foram usados dois átomos do mesmo. Os números na parte superior não são utilizados como nas iônicas, pois não são formados íons.

Substâncias e Misturas

A matéria, ou seja, tudo o que nos envolve e está presente no mundo, ocupando um lugar no espaço, é composta por materiais, que podem ser classificados como substâncias ou misturas. 

Substâncias

Para fazer a diferenciação entre uma substância de uma mistura é preciso saber de uma de suas propriedades, os pontos de fusão e ebulição, ou seja, a temperatura em que determinado elemento evapora e se solidifica. Se esses pontos forem constantes, fixos, invariáveis, caracteriza uma substância.
As substâncias ainda se dividem em puras, simples e compostas.
As puras englobam todas as substâncias, pois são aquelas que possuem os pontos de fusão e ebulição fixos.
As simples são aquelas formadas em sua constituição por apenas um elemento, ex: O2, H2...
As compostas são as formadas por dois ou mais elementos em sua constituição, ex: H2O...

Misturas

Como já foi falado anteriormente, o que diferencia os materiais são os pontos de fusão e ebulição, portanto, nas misturas, as propriedades físicas variam,pois são formados por mais de um tipo de matéria (moléculas), apresentando apenas uma faixa aproximada de temperatura em que ocorrem a fusão e a ebulição.
As misturas podem ser homogêneas, heterogêneas, ou especiais (azeotrópicas e eutéticas).

As eutéticas são misturas de sólidos que se fundem à mesma temperatura (ponto de fusão comum).
As azeotrópicas são misturas de líquidos que evaporam á mesma temperatura (ponto de ebulição comum).
As homogêneas (soluções) apresentam um aspecto uniforme e mesmas propriedades em todos os seus pontos.
As heterogêneas apresentam um aspecto não uniforme e propriedades diferentes em relação à água.

Densidade

Em química, um dos conteúdos mais simples e fáceis é sobre a densidade dos objetos, mas muitos ainda apresentam dificuldade. Vamos relembrar a fórmula padrão dessa grandeza:

d = m/v

Onde, d=densidade, dada em g/L, g/mL ou g/cm3
m=massa, dada exclusivamente em gramas(g)
v=volume, dado em L, mL ou cm3

Sabendo disso, é só reunir as informações dadas na questão e aplicá-las na fórmula, fazendo transformações quando necessário. Vejamos:

Um bloco de metal tem volume de 200 mL e massa de 1729 g. Qual a densidade desse metal?

d = m/v
d = 1729/200
d = 8,96 g/mL

É importante observar a unidade do volume dado (L, mL ou cm3) para colocá-la corretamente na representação final da densidade (g/L, g/mL, g/cm3).

Também podem ser pedidos outros valores relacionados à densidade, a massa e o volume, mas isso só acontecerá se você já souber o valor da densidade. Então você pode pode aplicar na mesma fórmula anterior ou nas seguintes:

m = d x v
v = m/d

Mas aconselho a usar apenas a primeira fórmula, para não ter mais trabalho em decorar estas duas e acabar confundindo-se ou atrapalhando-se com elas. Lembrando que o resultado é o mesmo em ambos os casos. Ex:

Qual o volume de uma amostra de 1kg de um bloco de metal que possui densidade de 8,96 g/mL?
1kg = 1000g
d = m/v
8,96 = 1000/v
8,96v = 1000
v = 1000/8,96
v = 111,6 mL

Lembre-se sempre de observar se as unidades estão de acordo com o que é utilizado. Neste caso, por exemplo, foi necessário transformar a medida de quilogramas para gramas. Você poderia resolver essa questão usando a fórmula do volume:

v = m/d
v = 1000/8,96
v = 111,6 mL

O resultado foi o mesmo, cabe a você escolher qual método utilizará. Se tiver mais facilidade com as operações matemáticas fracionárias, prefira usar somente uma fórmula pra todos os problemas; já se tiver dificuldade na resolução destes através das regras matemáticas, prefira lembrar-se das três fórmulas, pois o resultado é obtido de forma mais simples.

Distribuição Eletrônica

Na disciplina de química, nós temos dois tipos de distribuição eletrônica dos elementos da tabela periódica, são elas em níveis e em subníveis. Elas são feitas de forma diferentes e são um pouco complexas, mas quando se aprende é difícil esquecer. Vamos à primeira delas:

Distribuição em Níveis ou Camadas

Os níveis eletrônicos correspondem às respectivas camadas que os elétrons ocupam ao redor do núcleo, na eletrosfera, e elas são em total de sete, sendo elas representadas pelas letras K, L, M, N, O, P e Q. Cada uma delas possui um número máximo de elétrons que pode abrigar. Vejamos:

K=2
L=8
M=18
N=32
O=32
P=18
Q=8

A minha dica é gravar a sequência dos números, assim ficará fácil associá-los a suas respectivas camadas, já que estas estão em ordem alfabética, portanto lembre-se: 2, 8, 18, 32, 32, 18, 8.
Quando começamos a distribuir os elétrons nessas camadas, colocamos em cada uma o número máximo até alcançar o total de elétrons, e o que sobrar é colocado na camada seguinte. Ex:

Mg (nº atômico = 12)
K=2
L=8
M=2

Nesse exemplo preenchemos a primeira camada com dois elétrons, e restaram dez. Colocamos oito na segunda, e restaram dois que foram colocados na terceira.

Mas existe algumas exceções, no caso das camadas M, N, O e P. 
Na M e P, que podem abrigar até 18 elétrons, só é permitido colocar estes 18 ou um número menor ou igual a 8. 
Nas N e O, que abrigam até 32 elétrons, só é permitido colocar estes 32, ou 18,ou um número menor ou igual a 8.
Vejamos um exemplo com o elemento Bismuto(Bi), de número atômico 63:

K=2
L=8
M=18
N=32
O=3

Nesse caso, o número de elétrons da camada O foi menor que 8, portanto é permitido colocá-los. Vejamos outro exemplo,agora com o elemento Chumbo(Pb) de número atômico 82:

K=2
L=8
M=18
N=32
O=18
P=4

Quando chegamos na camada N, restaram 22 elétrons para a próxima, mas como não é permitido colocar esta quantidade na camada O, colocamos a mais próxima possível, que foi 18, e assim restaram 4 elétrons, que foram colocados na camada seguinte.
Vamos para a próxima distribuição eletrônica:

Distribuição em Subníveis

Essa distribuição é mais extensa, pois corresponde aos subníveis em que as camadas K, L, M, N, O, P e Q se dividem. São eles em ordem: 1s, 2s, 2p, 3s, 3p, 4s,3d, 4p, 5s, 4d, 5p, 6s, 4f, 5d, 6p, 7s, 5f, 6d e 7p.
Logo, temos quatro tipos de subníveis: s, p, d e f. Assim como as camadas, eles também possuem um número máximo de elétrons que podem abrigar, sendo: s=2, p=6, d=10, f=14. Os números que vêm antes destes na distribuição (1s) equivalem à camada eletrônica da qual eles fazem parte.

No momento da distribuição o processo é o mesmo, coloca-se o número máximo de elétrons em um subnível e os restantes nos próximos até atingir o total do número atômico.
Então você se pergunta: Vou ter que saber toda essa ordem dos subníveis? Sim, você deve saber,pois nas provas e vestibulares eles não são dados e se você errar apenas um deles, a diferença é grande. Mas não se assuste, tenho uma maneira muito mais prática e fácil para aprender essa ordem sem precisar ficar decorando, é através de um desenho, isso mesmo, uma espécie de gráfico.

Primeiro, esboce o seguinte, com a prática você consegue se familiarizar:


Veja que você apenas colocou em ordem os subníveis e os alinhou lado a lado, lembrando que o "s" vai do 1 até o 7, o "p" vai do 2 ao 7, o "d" vai do 3 ao 6, e o "f" somente 4 e 5.
Depois de feito isso, comece a traçar a seguinte linha:


Note que você só passa por cima dos subníveis na "descida", e na "subida" você não passa por nenhum, e assim você vai traçando na diagonal, até completar todo o desenho e passar por todos os subníveis:


Sabendo fazer esse esboço, o restante é muito fácil, basta observar no desenho a ordem em que a linha passa pelos subníveis. Vamos fazer a distribuição do elemento Cálcio(Ca) de número atômico 20:

1s2, 2s2, 2p6, 3s2, 3p6, 4s2

Fomos preenchendo com o número máximo dos subníveis até completarmos o total de 20. Da mesma forma acontece quando o número de elétrons restantes não é suficiente para completar a última, pois nessa distribuição não há exceções, como na de camadas. Veja o elemento Ferro(Fe) de número atômico 26:

1s2, 2s2, 2p6, 3s2, 3p6, 4s2, 3d6

Neste caso, os elétrons restantes para o último subnível foram 6, que podem ser colocados sem problemas no subnível d, que suporta até 10 elétrons, o que não se pode fazer é colocar mais que 10.

E assim estão prontas as distribuição eletrônicas. Espero ter ajudado, e se possível logo colocarei um vídeo explicativo sobre esses assunto.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Célula 3D

Vou mostrar para vocês agora o meu projeto de ciências, na verdade de biologia. O meu professor, assim como muitos, costumam solicitar a construção de uma célula para compreender melhor as suas organelas e funções. Então eu caprichei na minha unidade tridimensional (até porque a mais bonita ganharia pontos extras). Então estão aí todos os detalhes.

Aqui é o trabalho completo


Estes são os cloroplastos (presentes somente nas células vegetais,portanto esta é uma célula mista, com organelas animais e vegetais). Foram feitos de biscuit, tanto a membrana quanto as lamelas e tilacoides e preenchidos por gel transparente.


Essa é a mitocôndria, fiz um total de duas na célula, também com biscuit e preenchida com gel.


Aqui está uma parte da membrana celular, que eu coloquei ao redor de toda a célula. A parte de lipídios fiz com EVA (regiões apolares) e palitos de fósforos (regiões polares) e as proteínas com massa de modelar (fixei-as com um palito de dente no isopor para não caírem quando secar).


Este é o complexo de Golgi, feito de EVA, fiz vários arcos em tamanhos diferentes e uni-os pelo centro com cola quente.


Agora as menores organelas, para fazer os peroxissomos (vermelhos) e lisossomos (verdes) usei pequenas bolas de isopor partidas ao meio e preenchi com bolinhas comestíveis de sagu, que são vendidas no supermercado. Já para os ribossomos (roxo e laranja) usei apenas papel de seda  com as duas cores diferentes para representar as suas duas partes distintas.


Este é retículo endoplasmático liso, feito somente de EVA laranja que colei em forma de dobras sobre o isopor com cola quente, lembrando que deve estar ao redor do núcleo e unido ao retículo rugoso.


Aqui está o retículo endoplasmático rugoso, também feito com EVA colado no isopor em forma de dobras e em tamanhos diferentes, e aderidos a ele vários ribossomos, iguais aos mostrados anteriormente.


Estes são os centríolos, fiz eles com canudos, nove trios unidos por pedacinhos de palito de fósforo pintados. Essa realmente foi a organela que exigiu mais trabalho.


Por fim, este é núcleo. Usei uma bola de isopor oca para fazê-lo, fiz vários furos na parte superior da bola (representando os poros da carioteca) e dentro coloquei gel e papel filme (para dar volume e poupar o gel), barbante como a cromatina e uma bolinha como nucléolo.


Espero ter ajudado nas sugestões para a célula, mas de uma coisa eu tenho certeza: interagir com o conteúdo estudado facilita e muito na sua compreensão!!